jueves, agosto 10, 2006

Volúpia

“Teu seio é vaga dourada/Ao tíbio clarão da lua/Que ao murmúrio das volúpias/Arqueja, palpita nua/Como é doce, em pensamento/Do teu colo no languor/Vogar, naufragar, perder-se/O Gondoleiro do amor!?”
Castro Alves


Queria eu, e queria com intensa e pulsante vontade, apalpar e acariciar e beijar e morder os seus seios. Queria vê-la, com os lindos redondos atraentes seios à mostra.
Sei que falo assim, com conotação erótica, e até um tanto vulgar, mas acredite, é por pura paixão, pura - puríssima - vontade. Vontade de rasgar, abrir, morder. A camisa, o sutiã, o seio.
Queria eu, e queria com intensa e pulsante vontade, derramar-me sobre o seu corpo, e não derramar-me sobre a sua vida - pois sobre sua vida já havia derramado-me - queria derramar-me ali, em cima dela. A devoraria com a mesma devoção com que a devorei antes, apenas com os olhos. Com mais devoção.
Aproveitaria com intensa paixão - e talvez um intenso egoísmo - o fato consumado. Rasgaria, abriria, morderia.
E gozaria o instante, antecessor ao gozo.

7 comentarios:

Vento. dijo...

Putz! Já te elogiei demais no msn. Só vou repetir aqui o que disse antes: foi perfeitamente lindo.

O Gafa dijo...

Bah, pena que não tenho seios!




O texto inteiro foi excelente, mas o final matou à pau!




E é raro EU achar que algo "mata à Pau!"...

Vento. dijo...

Eu não disse que o final era o ápice! É quase um orgasmo. xD

Anónimo dijo...

matou com o pau

Lari ★ ★ dijo...

nossa...acabou...

me add no orkut....

bjo

nena (: dijo...

simplismente foda. (y)

Anónimo dijo...

Eita, que taradisse hem